
ARTISTAS
Conceção e coreografia:
Mohamed Toukabri
Interpretação:
Mimouna (Latifa) Khamessi e Mohamed Toukabri
Dramaturgia:
Diane Fourdrignier
Direção técnica e cenografia:
Lies Van Loock
Desenho de som e aconselhamento artístico:
Annalena Fröhlich
Figurinos:
Ellada Damianou
Investigação e desenvolvimento:
Eva Blaute
Estágio:
Constant Vandercam
Agradecimentos especiais:
Estelle Baldé, Radouan Mriziga, Rim Toukabri, Bachir Toukabri, Sofian Ouissi, Julia Reist, Maria-Carmela Mini, Synda Jebali, Yasmin Dammak, Elise Cnockaert e Liz Kinoshita
Produção executiva:
Caravan Production
Coprodução:
Needcompany, Vooruit, Beursschouwburg e Dansens Hus Oslo
Apoio à residência artística:
Cultuurcentrum De Factorij, Needcompany, Vooruit e Charleroi Danse
Com o apoio de:
The Flemish Authorities e Flemish Community Commission
Fotografia:
© Christian Tandberg
Horário
Local
Morada
R. Gomes Freire, 161
Duração
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Após vários anos de separação dela, marcados por fronteiras cada vez mais rígidas, o bailarino e coreógrafo Mohamed Toukabri convida a sua mãe, Latifa, a juntar-se a ele no palco. O palco torna-se o lugar onde podem estar novamente juntos e reunir duas culturas, duas linguagens de dança, duas vidas que se afastaram e que agora se reencontram, domesticando-se mutuamente, redescobrindo-se uma à outra.
The Power (of) The Fragile é um encontro entre dois mundos, dois corpos, dois espíritos. Latifa sempre sonhou em ser bailarina – mas o seu sonho teve de permanecer em silêncio durante anos – enquanto Mohamed fez disso a sua profissão. As fronteiras dos seus corpos e idades esbatem-se ao ponto de ser difícil decifrar onde um termina e o outro começa. Quando as palavras já não bastam para expressar o amor filial, os corpos assumem o controlo. A sua dança transforma-se em carícias, gestos de carinho. As suas vidas, sonhos, peles, identidades fundem-se delicadamente diante dos nossos olhos, e apenas o tempo reivindica o seu espaço entre mãe e filho.
The Power (of) The Fragile é uma coleção de imagens e reflexões sobre como pode ser a relação entre uma mãe e o seu filho, sobre o que significa estar em casa e partir. É uma performance sobre movimento, corpos e indivíduos, sobre o peso da vida e o que carregamos, sobre estar separados ou juntos. É o retrato terno de uma relação íntima e um manifesto que reivindica o direito de irmos para onde quisermos.
